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quinta-feira, 17 de abril de 2014

Crianças que vivem com cães são mais sociáveis


Para especialistas, a convivência entre crianças e animais melhora a qualidade de vida de ambos. Convivendo com um animal, a criança se torna mais amorosa e ouve mais, melhorando, até, a relação com seus familiares e amigos e, consequentemente, desenvolvendo uma maior maturidade.
Tutelar um cachorro é um mecanismo que ajuda a tirar a criança de uma vida sedentária. Por exemplo, uma brincadeira supervisionada de jogar uma bolinha para o cão já apresenta à criança uma oportunidade para se exercitar e criar um hábito de vida mais saudável.
Essa mesma interação com o cachorro também pode ser importante na vida social da criança. Em diversos casos, o cachorro funciona como um facilitador de relacionamento, permitindo que outras crianças se aproximem sem ter vergonha e que a criança que está com o cachorro se sinta mais confortável nesse tipo de interação social. Os mais tímidos podem encontrar nessa situação uma boa maneira de se aproximar de colegas.
Além dos benefícios físicos e sociais, tutelar um cachorro ajuda o desenvolvimento emocional das crianças e faz com que elas entendam melhor as etapas da vida, como o nascimento e a morte. Com o apoio dos pais, a criança tende a compreender que esse é um curso natural da vida, e que o animal é um ser vivo, diferenciando-o de um brinquedo, por exemplo.
Pais ainda têm papel importante no desenvolvimento dos filhos
Os animais domésticos facilitam o desenvolvimento social e emocional das crianças, mas, segundo a Diretora de Educação Humanitária do ASCA, Sheryl Dickstein, os pais precisam estar presentes em cada etapa e como parte desse aprendizado. “Os pais ensinam responsabilidades. Os animais são apenas bons condutores para aprendizagem”, disse Dickstein.
Além disso, o animal pode ser o precursor de conversas e de um maior relacionamento entre pais e filhos. Crianças que não têm o hábito de se abrir com os pais encontram assuntos, por meio do cachorro, para fazer isso, perguntando sobre cuidados com o animal, contando como foi o dia brincando com o cão, entre outros tópicos que podem, com o tempo, fazer com que a conversa evolua para pontos mais extremos e sentimentos mais profundos.
Por esse motivo, os filhos costumam gostar muito mais do ambiente familiar quando este possui um animal. As conversas fluem mais na família, além de ter mais descontração, alegria e interação, quesitos que um cão costuma proporcionar.
Fonte: Link Animal

sábado, 14 de setembro de 2013

Brasil tem 30 milhões de animais abandonados

Os cães são os melhores amigos do homem, mas o homem é o que do animal? Alguns que tratam os animais como simples coisas, mas não podemos generalizar. Porém podemos dizer que os maus-tratos ficam mais evidentes a cada dia. Como é o caso da cachorra Tchutchuca, que foi encontrada na rua em estado deplorável a beira da morte, mas recebeu cuidados e hoje alegra o quintal da casa de Thiago Oliveira Catana, membro de um grupo voluntário que cuida de animais abandonados e maltratados.

A Organização Mundial da Saúde estima que só no Brasil existam mais de 30 milhões de animais abandonados, entre 10 milhões de gatos e 20 milhões de cães. Em cidades de grande porte, para cada cinco habitantes há um cachorro. Destes, 10% estão abandonados. No interior, em cidades menores, a situação não é muito diferente. Em muitos casos o numero chega a 1/4 da população humana.

Em Araçatuba, no interior de São Paulo, são mais de 35 mil animais, destes, 2,6 mil estão abandonados. A cidade de Bauru tem quase 50 mil gatos e cães, o Centro de Zoonoses não soube informar o número de abandonados. Marília conta com mais de 60 mil e a estimativa é que três mil cachorros vivam na rua. Presidente Prudente tem 52 mil animais, com 2,6 mil abandonados. Em São José do Rio Preto são 90 mil.

O Brasil não tem leis efetivas para defender os animais, principalmente de maus-tratos, o que já existe em outros países. Enquanto o exemplo não é seguido, cabe a pessoas como a diarista Jania Aparecido Pinto, que tentar minimizar o abandono, mesmo que seja de maneira improvisada. Ela tem paixão por gatos e cuida de 26. Ela consegue alimentar e dar assistência médica com a ajuda de um grupo de voluntários.

Enquanto uns fazem de tudo para ajudar, outros caminham no sentido inverso. Em Tibiriçá, região de Bauru, um canil que abrigava mais de 70 cães de grande porte é alvo de investigação policial. A Delegacia do Meio Ambiente encontrou animais debilitados e em condições precárias de higiene. Mais de 10 animais acabaram morrendo devido a complicações de saúde. A mobilização de voluntários tem salvado a vida dos demais.
O poder público de modo geral carece de políticas para resolver o problema. Em Presidente Prudente, o Centro de Zoonoses da cidade reconhece a situação e pretende iniciar em breve um trabalho de identificação dos animais através de chips eletrônicos. Com isso, a expectativa é reduzir consideravelmente o numero de animais abandonados.

Combater o problema é fundamental. Mais importante ainda é não deixar que ele aconteça. Sabemos que todos precisam ter direito a vida e nós humanos com certeza somos minoria perante aos demais habitantes da Terra. Por isso devemos respeito.

Talvez o homem seja o único ser que invada o território do outro. Que agrida sem ser ameaçado. Que abandona sem ter motivo. Que maltrata sem justificativa e que tem a capacidade de racionalidade, mas não usa.

Fonte: Band

domingo, 14 de julho de 2013

Como criar cães em apartamentos

É só olhar em volta e ver que os prédios não param de subir pelo Brasil inteiro. Mas o fato de morar em apartamento não impede ninguém de ter um cãozinho doméstico. Houve uma época que era normal ouvir que determinados síndicos proibiam a guarda de animais em seus prédios. Esta proibição é ilegal desde 19 de dezembro de 1964, quando a lei 4.591 – Capítulo V – Art. 19º determinou que cada condômino tem o direito de usar e fruir, com exclusividade, de sua unidade autônoma, desde que não cause dano ou incômodo aos demais condôminos ou moradores. Sendo assim, se não há barulho, agressividade ou ameaças à saúde pública, você pode ter um cão (ou um gato) no seu apartamento.

Pelo fato da maioria dos apartamentos serem bem menores que casas e não terem espaços que se assemelhem a quintais, a adestradora e consultora comportamental da Cão Cidadão, Cassia Rabelo, deu dicas de como cuidar bem do seu cãozinho.

Qual é o melhor cão para apartamento?

“Antes de trazer um cão para o apartamento, é preciso averiguar se o tamanho e temperamento do peludo se encaixam no perfil da família.” Ou seja, se as pessoas da casa são mais tranquilas e caseiras, elas devem procurar um cão mais calmo do que uma família que gosta de atividades externas e esportes.

Passeios

“Cães são animais sociais e precisam farejar, ver e interagir com outros cães e pessoas, para terem garantido seu bem-estar, levando em conta suas características comportamentais.” Esta rotina é indispensável para todos os cães (independente de raça ou tamanho). E lembre-se sempre que caso seu animal faça as necessidades durante os passeios é obrigatório recolher os dejetos, pois calçada não é banheiro.

Limpeza

Não importa a raça, todos os cães trocam a pelagem pelo menos duas vezes ao ano. Normalmente na entrada do verão e do inverno. Ter um aspirador de pó ajuda a manter a casa limpa e evitar que os pelos ‘voem’ pelos corredores ou varandas. Alguns produtos de limpeza encontrados em pet shops são próprios para eliminar os odores fortes, como o de urina e fezes.

Solidão

Não se deve ter um cãozinho se for deixá-lo muito tempo sozinho. Cães são animais sociais, eles se apegam aos seus tutores e podem ficar estressados ou deprimidos se passarem muito tempo sem contato com outros animais ou pessoas. O resultado disso pode ser prejudicial à casa (móveis roídos, portas arranhadas e objetos mastigados) e até ao animal: eles podem lamber ou coçar determinadas partes do corpo até sangrar, latir sem parar e alguns podem até comer suas próprias fezes para chamar atenção. Esses são sintomas da chamada ‘ansiedade de separação’, que pode ser bastante prejudicial.
Cassia propõe uma boa solução para eventuais ausências: “Deixar o local onde o cão fica repleto de atividades onde ele possa se entreter sozinho. Brinquedos que liberam comida, brinquedos mastigáveis, garrafas pet vazias com petiscos dentro, são exemplos de verdadeiros ‘quebra cabeças’ que são de grande ajuda para que o cãozinho não fique entediado com a vida dentro de um apartamento. O enriquecimento ambiental é muito importante quando o cão é deixado sozinho no apartamento, pois, assim, tende a ficar entretido enquanto o tutor não retorna.”
Comida e ‘banheiro’

Veja com um veterinário quantas vezes por dia seu animal deve comer e mantenha os comedouros longe do local onde ele faz as necessidades. Mesmo que o animal só as faça fora de casa, ele precisa ter um local em casa para esta finalidade – segurar a urina pode resultar em doenças renais e infecções urinárias. “Como os apartamentos em geral são cada vez menores, vale também investir tempo e paciência nos treinos para que o cão aprenda a fazer as necessidades em local determinado, isso certamente facilitará muito a convivência dentro do apartamento.”


sábado, 11 de maio de 2013

Tutores de cães tem menor incidência de problemas cardíacos, diz pesquisa

Um estudo demonstrou que 54% dos tutores dos cães realizam maior atividade física, como caminhar, por exemplo, pelo que tutelar um animal doméstico pode estar associada a uma menor pressão arterial e níveis de colesterol e uma menor incidência da obesidade.

Ter um animal em casa, sobretudo um cão, pode ajudar a reduzir o risco de doenças cardiovasculares, diz a revista Circulation: Journal of the American Heart Association.
Embora a investigação não seja definitiva, reflete que ter um animal doméstico está provavelmente associado a uma redução dos fatores de risco de doenças do coração e o aumento da sobrevivência dos pacientes.

O estudo, realizado com mais de 5.200 adultos tutores de cães, demonstrou que 54% dos tutores dos cães realizam maior atividade física, como caminhar, por exemplo, o pode estar associado com uma menor pressão arterial e níveis de colesterol e uma menor incidência da obesidade, refere Europa Press.

No entanto, faz falta uma investigação mais profunda, disse Glenn N. Levine, professor no Colégio Baylor de Medicina em Houston, Texas, Estados Unidos. “Embora a adoção ou resgate de um animal doméstico possa ser associado com uma redução do risco cardiovascular futuro, o objetivo principal de ter um animal não deve ser uma redução do risco cardiovascular”, diz os cardiólogos.

“Além disso, a mera adoção ou resgate de um animal, se não vai acompanhada de um plano regular de atividade aeróbica (como a que se obtém passeando um cão) e a implementação de outras medidas de prevenção primária e secundária, não é uma estratégia recomendável de redução do risco”, concluem.

Fonte: Bulhufas

sábado, 30 de março de 2013

Nesta Páscoa, não dê coelho de presente

Muitas pessoas querem inovar na Páscoa e dão coelhos de presente. Quando filhotes, assim como todos os animais, são ‘fofos’ e até parecem de brinquedo, mas não são. Eles crescem e precisam de cuidados e também espaço, apesar de serem animais pequenos.

Coelhos vivem em média 10 anos e precisam se exercitar, por exemplo. Esses animais devem viver dentro de casa (nunca em quintais a mercê das mudanças bruscas de temperatura), e além disso, necessitam de uma alimentação balanceada.

Assim que esses animais crescem, passando da fase de filhote para adulto, o que leva pouco tempo após a ‘aquisição’ do coelho, as pessoas começam a se incomodar com as atitudes do animal.

Se soltos em casa, eles buscam fios para roer e não se dão bem com outros animais como cachorros e gatos. Além disso, não são animais apropriados para crianças muito pequenas, já que não são bichos para ficar no colo pois eles se sentem ameaçados e podem morder. Deixá-los em gaiolas é outro erro grave. O espaço reduzido pode levar a morte do animal em pouco tempo, além de ser uma crueldade.

O abandono após a Páscoa

De acordo com Flávio Lamas, presidente da Associação Amigos dos Animais de Campinas (AAAC), cerca de um mês após a Páscoa o abandono começa, geralmente no meio de algum matagal ou mesmo soltos à mercê da própria sorte.“Só aqui no abrigo temos mais de 20 coelhos vítimas deste abandono. É muito triste ver que esses animais são vistos como presentes e logo após descartados. É importante a consciência das pessoas em não comprar um animal deste”, explica Flávio.

Engana-se quem pensa que ao soltar um coelho no meio de qualquer área verde ele irá sobreviver. Eles morrem de fome por não serem selvagens ou até de ataque cardíaco com a aproximação de algum predador.

Por isso, nesta Páscoa, não dê coelhinhos de presente. Depois desta data ele precisará de cuidados e lembre-se: abandono e maus-tratos é crime previsto na Lei 9605/98 (Lei de Crimes Ambientais).

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Hebe e os animais: amor sincero

Hebe e Fendi, seu cão galgo italiano (Foto: AE)
Hebe Camargo partiu e, com a sua morte, os animais perdem uma grande amiga e defensora. A diva da TV brasileira também lutava em defesa dos bichos, do seu jeito: manifestando o amor e a alegria de viver entre amigos, humanos ou não.

Para ela, não importava a espécie. De cães a galinha-d’angola, a apresentadora abriu as portas da sua casa àqueles que acreditava precisar do seu apoio e carinho. E demonstrava isso em entrevistas concedidas em sua mansão no Morumbi, onde muitas vezes fazia questão de mostrar seus animais.

Em uma dessas entrevistas, falou com Luisa Mell, que era apresentadora do antigo programa Late Show, e disse que sempre gostou de animais. “Desde pequena eu sempre tive cachorro.” Só não teve depois de casada, porque o marido dela, Lélio Ravagnani, não gostava. “Depois que ele morreu, me mudei e virou uma cachorrada”, brincou.

Atrium Camargo: cão resgatado no Córrego Mandaqui e adotado pela Hebe (Foto: Paulo Liebert/AE)
Hebe mostrou os animais que tinha, principalmente dois cães sem raça definida. Cada um com uma história emocionante. O primeiro, o Precioso, foi adotado depois de conseguir entrar escondido na sua residência. “Ele que escolheu a casa, ele que se adotou.” O cão apareceu muito abatido e desnutrido, talvez não sobrevivesse se não fosse acolhido por quem reconhece o valor da vida e cuidasse bem dele. Meses depois, já parecia ser outro cachorro. “Sou vira-lata, mas sou feliz. Mais vira-lata é quem me diz”, disse a apresentadora, brincando com o Precioso.

A história de Atrium Camargo também é de luta pela sobrevivência. Em janeiro de 2002, o vira-lata foi resgatado pelo Corpo de Bombeiros, no Córrego Mandaqui, na Zona Norte de São Paulo. O resgate virou notícia, divulgada pelo Jornal da Tarde, assim como o fato de ninguém manifestar interesse pelo cão. Ele poderia ter sido sacrificado em uma das salas frias do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), já que esse era o procedimento antes da recente lei que proíbe matar animais saudáveis na Capital, mas foi salvo pela diva.

Hebe, Guigui (sua galinha) e Boris Casoy. (Foto: Divulgação)
Mesmo em férias na Praia de Tabatinga, Hebe leu a reportagem do JT e ligou para São Paulo pedindo que seu caseiro fosse buscar o animal. A sequência de fotos do resgate do cachorrinho feita pelos bombeiros sensibilizou a apresentadora. “Quando li a reportagem fiquei apaixonada e pensei: é inadmissível salvá-lo para depois ele morrer. Aquela fofura me encantou. Mesmo longe, eu não parava de pensar se ele estava bem alimentado e tratado com cuidado. Eu sei que ele é grato. Sabe que foi salvo e nos ama.”

Em agosto do ano passado, Hebe surpreendeu mais uma vez. Ela recebeu Boris Casoy em casa e lá gravou entrevista para o programa para a RedeTV!. Apresentou-lhe então sua galinha doméstica, a Guigui. “Nossa, Hebe, olhando essa galinha me dá uma tremenda fome”, disse Casoy. Hebe retrucou prontamente: “Nãããoooo! Sabe que eu não como nem um ovinho dela?!”.

Fonte: Blog Conversa de Bicho

sábado, 22 de setembro de 2012

Como fazer cães e gatos conviverem em harmonia?

Muita gente gosta de gatos e cachorros, e quer ter ambos em sua casa como companheiros. Para isso é preciso tomar alguns cuidados, ter certeza que é possível tratar os dois bem e dar a eles tudo o que precisam, como remédios veterinários para pets, além de muito carinho. Mas saber aproximá-los para que convivam bem é um passo importantíssimo.
 
Apesar da imagem de “inimigos mortais” que carregam, é possível fazer com que os dois se dêem bem e convivam em harmonia. Confira algumas dicas para que esse convívio seja prazeroso para você e, principalmente, para eles.

1) Acostumar o cão e o gato a conviverem é muito mais fácil quando eles ainda são filhotes. Se for possível começar a convivência nessa fase, ótimo! É mais fácil e menos arriscado. Alguns gatos possuem temperamento mais arredio ou medroso. Eles podem tolerar outros animais em seu território, nunca se tornarão grandes amigos deles. Já outros felinos são mais amistosos e receptivos, chegando a ser carinhosos e amistosos com os cães.
2) lembre-se que o animal que acaba de chegar até a casa é quem tem que se adaptar ao novo lar. Não tenha pressa. Se o gato for o novato, mantenha-o em uma parte da casa onde ele não tenha contato com o cachorro até que ele esteja bem adaptado. Durante este período coloque o cobertor do gato na caminha do cão e vice-versa. Dessa forma, eles já vão se conhecendo pelo cheiro!
3) Quando for a apresentação propriamente dita dos dois novos amigos, uma boa dica é começar  com o gato em uma caixa de transporte e o cachorro em uma guia. A idéia é fazer com que o cão não manifeste seu instinto de caçar o gato, que, por sua vez, tem que controlar seu instinto de sair correndo em fuga.
4) Quando perceber que os dois estão bem a vontade comece a soltar o gato. Somente quando o bichano deixar de ser novidade para o cachorro, e quando este estiver totalmente calmo, será permitida a aproximação do cão.
5) Lembre-se: segurança em primeiro lugar! Não tolere nenhuma manifestação de agressividade (latir, rosnar, avançar ou morder). Puna esse tipo de atitude imediatamente. Se precisar punir o gato, faça isso apenas se ele realmente atacar. Lembre-se que punir não significa bater, mas sim a chamar a atenção ou causar uma situação que cause desconforto no animal.
6) Tenha paciência! A adaptação pode ser rápida, mas também pode levar meses. Não force nenhum tipo de situação! Um susto, movimento mais brusco ou ataque pode ferir os animais e atrasar ainda mais a aproximação.
7) É super importante que ambos gostem da aproximação, portanto, sempre que for executar dessas dicas, aproveite o momento para dar atenção, carinho e os petiscos para os dois.

O que você não deve fazer!
Mesmo quando tiver que puni-los por algum motivo, cuidado com o excesso de broncas. Não os chame pelos nomes ao fazer isso, pois eles podem associar a presença um do outro a levar uma bronca, e vão acabar odiando a aproximação.

Fonte: LABOVET

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Cães jovens, adultos e idosos: como saber a idade?

Alguns cuidados favorecem o animal doméstico com acréscimos nos anos de vida. Segundo a veterinária Grasiele Ehrhardt, vacinar e desverminar os animais é fundamental para a qualidade de vida dos bichinhos.

Um animal jovem de seis meses representa 10 anos na idade do homem, 12 meses – 15 anos, 16 meses – 18 anos, 2 anos – 24 anos, essa escala corresponde a cachorros jovens.

A partir dos 24 anos do animal a escala varia de acordo com o tamanho dele, mas muda pouca coisa. Os cães de porte grande envelhecem mais rápido que um de porte pequeno. Exemplo: um cão de tamanho grande de 14 anos equivale na idade do homem a 104 anos, e um pequeno de 14 anos equivale a 84 anos.

Hoje a qualidade de vida dos animais tem aumentado, pois eles estão sendo bem cuidados, são tratados como uma pessoa e estão vivendo mais”, ressalta a veterinária.

O cão é considerado adulto acima dos 3 anos – 28 anos. Idoso acima dos 10 anos – 100 anos. Mas isso depende ainda do estado físico do cão, se possui alguma deficiência, ou doença, ele fica mais propício a envelhecer rápido.

Os que não tem uma raça definida vivem mais”, conta Grasiele.

De acordo com a veterinária, o animal que já tem oito anos é recomendado fazer um check-up, exame de sangue, e verificar todo o estado de saúde do animal. Qualquer alteração como tosse, deve se ficar atento.

Mesmo na velhice os animais precisam ser vacinados. “Os animais com seis anos já começam a criar tártaro na boca”, comenta a médica.

Talita Colombo Corneo adora cães, e se emociona em falar das mortes deles. Ela já perdeu duas cachorras em idades avançadas. “A Sindy morreu com 16 anos, uma poodle, e meu primeiro cachorro Bumer morreu com 13 anos”, conta. Hoje ela tem duas pinscher e trata como se fossem suas filhas.

A estudante Sabrina Lima perdeu sua cadela Keith, de 14 anos, no dia oito de julho de 2012, uma data marcante em que chorou muito. “Minha mãe até levou flores para Keith, que foi enterrada na frente de casa”.

Fonte: Portal Satc

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

A verdade sobre os gatos: eles fazem bem à saúde

Artigos publicados nos últimos anos têm relacionado gatos a todo tipo de coisa, de câncer a psicose, mas novos estudos sugerem que os bichanos são benéficos para a saúde humana, e podem até reduzir o risco de câncer e outras doenças.

Depoimentos publicados na revista Biology Letters, por exemplo, contrariam a crença de que gatos provocam câncer cerebral em seres humanos.

Marion Vittecoq e seus colegas do Centro de Pesquisas Tour du Valat concluíram que os gatos não devem ser responsabilizados pelo câncer humano. Na verdade, os estudos mostram exatamente o oposto.

A pesquisadora afirmou ao Discovery Notícias que “estudos sobre a ligação entre o câncer e o contato com gatos ou não revelaram nenhuma associação, ou demonstraram um risco reduzido de câncer nos tutores”.

Como exemplo, Vittecoq e o co-autor Frédéric Thomas citam um estudo do Instituto Nacional de Saúde realizado por GJ Tranah. Ele descobriu que os donos de cães e gatos apresentavam risco reduzido de contrair o linfoma não-Hodgkin. Quanto maior a duração do contato com o animal de estimação, menor a chance de sofrer deste tipo de câncer.

As razões pelas quais cães e gatos beneficiam a saúde humana ainda são um mistério, mas outro estudo recente fornece algumas pistas intrigantes. Ele constatou que crianças que têm animais em casa sofrem de menos doenças do trato respiratório.

“Nossos resultados apoiam a teoria de que, durante o primeiro ano de vida, os contatos com animais são importantes, possivelmente levando a uma melhor resistência a doenças infecciosas respiratórias durante a infância”, escreveu Eija Bergroth na revista Pediatrics.
Inúmeros outros estudos demonstram os benefícios que ter um animal traz à saúde mental, sobretudo para estudantes, idosos e pessoas com doenças crônicas. Em tais casos, os animais podem proporcionar grande consolo e companheirismo.

Os gatos ganharam má reputação ao longo dos anos, mas por razões diferentes. Uma delas se baseia em superstições antigas e risíveis, como “gatos pretos dão azar”. A outra, no entanto, refere-se a uma discussão científica sobre a ligação entre o câncer e o parasita protozoário Toxoplasma gondii.

Em uma pesquisa anterior, Vittecoq e Thomas determinaram que há uma correlação positiva entre o parasita e a incidência de câncer no cérebro. Os felinos podem hospedar o parasita, o que gerou o frenesi na mídia – “gatos fazem mal à saúde” – ao longo dos últimos meses.

Mas os próprios autores indicam que os gatos foram erroneamente difamados, já que outros estudos defendem os benefícios que trazem. Ademais, a ligação entre o parasita e o câncer ainda não foi firmemente estabelecida.

Thomas explicou que “os seres humanos geralmente se infectam pelo consumo de carne mal cozida de ovelhas, que contém as fases assexuadas do T. gondii” ou através de contato com solo contaminado (nada que uma boa higiene não resolva). Outros estudos mostram que a ingestão do parasita via água contaminada, frutas, legumes e leite de cabra cru podem ocasionar a infecção. As vias de transmissão são similares à da bactéria E.coli.

Victoria Benson, da Unidade de Epidemiologia da Universidade de Oxford, também abordou a questão na última edição da revista Biology Letters.

Benson e sua equipe estão realizando o chamado de “Million Women Study” (Estudo de Um Milhão de Mulheres), uma enorme compilação de dados sobre mulheres de meia-idade no Reino Unido. Os cientistas não encontraram nenhuma ligação entre a incidência de câncer no cérebro e o contato dessas mulheres com gatos.

“No entanto, isso não descarta a possibilidade de que uma infecção por T. gondii de outra fonte seja associada à incidência de câncer cerebral”, escreveu Benson.

Se essa outra fonte, que pode até ser outro parasita, for identificada, Thomas afirma que poderia “proporcionar um meio de reduzir o risco de câncer no cérebro, sobretudo em países como a França, onde a incidência de câncer cerebral e T. gondii é elevada”.

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Seu cachorro sabe quando você está triste?

Quem aqui tem um cachorro provavelmente sabe que o animal é mais inteligente e emocional do que a maior parte das pessoas pensa. Isso porque sempre dizemos que o cachorro nos “entende”, sabendo quando estamos tristes, felizes ou passando por outros estados emocionais. E agora um estudo afirma que, realmente, os cachorros têm uma reação quando estamos chorando. A questão ainda a ser respondida é se isso é por empatia.

O espectro do estudo foi pequeno, incluindo 18 cães. A pessoa passava pelo animal em duas situações, chorando ou cantarolando. No fim, a maioria – 15 cachorros – se dirigiu até a pessoa quando essa estava mal, e apenas seis deles quando ela parecia bem.

“O fato dos cachorros diferenciarem entre o choro e o canto indica que a reposta dada ao choro não foi movida puramente pela curiosidade. Mas sim que isso gerou um apelo emocional maior nos cachorros e provocou uma reposta diferente do canto ou da conversa”, afirma a pesquisadora e psicóloga, Deborah Custance.

Além dos cachorros irem ao encontro da pessoa que chorava, treze dos quinze se aproximaram de maneira submissa, abaixando o rabo e a cabeça. Não é possível comprovar que isso seja uma atitude empática, mas parece que os animais sabem mesmo quando o tutor não está bem.

Outro estudo recente comprovou que, no que toca ao entendimento canino e humano, os cachorros são melhores até do que os chimpanzés, que são nossos parentes mais próximos. A ideia da pesquisa era uma pessoa apontar um objeto para o animal, tanto para o cachorro quanto para o macaco, e aguardar que ele o trouxesse. O teste foi feito com gatos também, e apesar de alguns deles se mostrarem “melhores amigos do homem”, os cachorros ainda mantém sua posição de liderança.

E os resultados dependeram da raça do cão, em ambos os estudos. No caso do primeiro, foram usados labradores, retrievers e outras raças comuns. No segundo, foram usados tipos diferentes de cachorros, entre caçadores e domésticos. As raças domesticadas acabaram sendo melhores. Isso prova é que importante saber a genética do cachorro que se está lidando.

terça-feira, 24 de abril de 2012

Entenda o que é a leucemia felina

Gatos domésticos e selvagens podem contrair o vírus da leucemia felina (FeLV), que ataca o sistema imunológico deles, encurtando dramaticamente a vida dos animais. É uma doença que não tem cura, mas a aplicação da vacina os mantém protegidos em 95% dos casos. Ela é transmitida de gato para gato através da saliva, urina e fezes. Gatas prenhes contaminadas também podem transmitir o vírus através da placenta, do leite materno ou da lambedura dos filhotes. É o que explica a Dra. Silvia Parisi no website www.webanimal.com.br.

“Quando contraído o vírus, o animal pode ficar suscetível a uma variedade de doenças infecciosas, causando também infecções respiratórias, lesões de pele, anemias, infecções orais, retardo na cicatrização de feridas e problemas reprodutivos”, explica a especialista. O surgimento de tumores é outra forma que a doença pode se manifestar. “Sabe-se que 33% das mortes por câncer em gatos são devidas à leucemia felina”, informa. Segundo a Dra. Parisi, aproximadamente 85% dos gatos infectados pelo vírus FeLV morrem dentro de 3 anos e quase a metade destes animais morrem nos primeiros 12 meses.

Como prevenir

Em primeiro lugar, é importante que o tutor esteja sempre atento à carteira de vacinação do seu animal. A vacina é segura e tem uma margem satisfatória de eficácia. Outra medida que pode ser tomada é a castração, pois quando esterilizado, o felino fica mais calmo e sedentário, evitando contato com outros gatos.

Vale ressaltar que a leucemia felina pode ser transmitida a gatos não vacinados pelo simples ato de dividir uma mesma tigela com um animal contaminado. Assim, para proteger seu pet, é necessário buscar mecanismos para que ele fique seguro dentro da residência em que vive. Em casa ou apartamento, coloque telas de proteção para evitar fugas. Isso é importante também para evitar acidentes, envenenamento e outras doenças.

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Veterinária alerta para o risco da medicação humana em animais

Cada vez mais vem sendo necessário um controle rígido de fármacos comercializados para a área da veterinária. É que muitos tutores, sem conhecimento nenhum, medicam seus animais com drogas específicas para humanos. As consequências podem ser desastrosas, levando inclusive à morte do animal. “Principalmente se a dosagem não for a correta”, alerta a médica veterinária Tábata Thomaz de Aquino Pereira.

De acordo com ela, a medicina veterinária foi criada justamente para tratar dos animais, ou seja, através de uma diferenciação de espécies. Cada espécie — ou até mesmo raças diferentes — necessita de um cuidado especial e específico. Muitos medicamentos podem ser utilizados por animais e humanos simultaneamente, enquanto outros são utilizados em posologias diferentes. “Não é proibido usar. O que se observar é a quantidade”, alerta a veterinária.

A médica já atendeu em seu consultório vários casos de intoxicação medicamentosa. “Os tutores acabam repetindo comportamentos usados com eles mesmos, ou seja, a medicação sem recomendação médica. Os casos mais graves são os de uso de antibióticos e anti-inflamatórios”, conta a médica. No caso dos antibióticos, avalia, o perigo é o animal ter de tomar novamente o medicamento, mas por conta da medicação anterior incorreta, o remédio acaba não fazendo efeito. Já os anti-inflamatórios podem provocar reações gastrointestinais que podem matar o animal.

Apesar de os animais, principalmente os domesticados, como gatos e cachorros, terem se “humanizado”, eles continuam com o metabolismo e a fisiologia completamente diferentes e, portanto, devem usar remédios específicos. Não somente os remédios, mas também a dosagem. “Muitas vezes, o remédio deve ser tomado por um determinado período e o tutor interrompe antes de terminar o tratamento porque ele ficou bom. Quando o animal recai, ficamos sem armas para prosseguir o tratamento”, lamenta.

Assim como nos humanos, a veterinária orienta os tutores a não medicarem os animais por conta própria, além de observarem a dosagem recomendada. “Consultem sempre um médico. É ele quem vai indicar o uso e quantidades certas para que seu animal fique bom e saudável”, finaliza.

Fonte: A Cidade

domingo, 15 de abril de 2012

Como lidar com agressividade por medo?

A agressividade motivada por medo é um dos tipos de agressividade mais difícil de lidar, pois um cão com medo pode causar sérios danos quando se encontra em uma situação que considera ameaçadora e não pode fugir dela.

Primeiramente, para que isso não aconteça, é importante sociabilizar o filhote durante a fase de sociabilização, que vai até o terceiro mês de vida, expondo o animal a diversos estímulos de forma positiva, sem que ele se assuste ou demonstre medo. Isso é importante para que seu cachorro cresça confiante e acostumado com os mais variados objetos, pessoas, sons, locais e situações.

No entanto, se seu pet já demonstra sinais de agressividade por medo, aqui vão algumas orientações para ajudar a lidar com esse problema:

• Descubra exatamente quais estímulos causam medo e agressividade no cão: podem ser objetos diferentes como vassouras ou guarda-chuvas, locais específicos como a sala do veterinário, gestos e atitudes como abaixar ou tentar fazer carinho, ou mesmo barulhos como o som do aspiradores de pó.

• Evite expor o cão aos estímulos que causam medo. Não force o cão a enfrentar situações ameaçadoras para ele. Quando o cão percebe que não poderá fugir ou se esconder, pode demonstrar mais agressividade ainda.

• Quando for expor o cão aos estímulos, use sempre guia e coleira, para melhor controle e segurança.

• Faça um treino de obediência básica com seu pet, ensinando os comandos mais simples, como o senta, deita, dá a pata e fica. Ensinar comandos ajuda a controlar melhor as respostas do animal em situações que causam medo.

• Depois que os estímulos amedrontadores estiverem definidos, trabalhe associando-os com situações positivas, como petiscos e brinquedos. Para isso, é necessário ficar a uma distância segura do estímulo e recompensar o cachorro quando ele não demonstrar nenhum medo ou susto. Assim que o cão demonstrar que está relaxado e calmo, a distância entre ele e o estímulo pode ser diminuída, até que estejam bem próximos. Mas é necessário trabalhar com calma e observando bem as reações do animal, para não aproximar rápido demais e causar mais traumas.

• Se o cão demonstrar agressividade, com latidos ou rosnados, interrompa rapidamente esse comportamento, com um spray de água ou somente um NÃO. Evite punições severas, pois o cachorro pode ficar mais ansioso e estressado, e associar o estímulo causador de medo com uma situação desagradável e estressante. Isso pode gerar mais medo e mais agressividade.

• Se a agressividade for muito severa, ou já tiver causado danos sérios a alguém ou ao próprio cão, não se arrisque e consulte um especialista em comportamento animal. Lembre-se: segurança sempre em primeiro lugar!

Fonte: R7

domingo, 1 de abril de 2012

Redes sociais são aliadas da causa animal

Feiras de adoção, divulgação de animais desaparecidos, pedidos de resgate. As redes sociais têm se tornado grandes aliadas dos animais, protetores independentes e ONGs. Prova disso foi o movimento Crueldade Nunca Mais, organizado em todo o Brasil pelo Twitter e Facebook após a morte de um cãozinho da raça yorkshire que sofria maus-tratos pela tutora. O caso, aliás, só chamou a atenção das autoridades depois da grande comoção popular também divulgada pela internet.

O professor universitário W. Gabriel de Oliveira explica o fenômeno como uma tentativa da sociedade de promover a justiça ou mesmo expor suas críticas aos fatos ocorridos: “Uma violência inexplicável contra animais pulula tão rapidamente as redes sociais quanto qualquer notícia viral. Toca, revolta ou lhe faz amar ainda mais seu bicho a partir das sensações que aquela divulgação na internet aflorou. De posse desses sentimentos inflamados, é natural que as pessoas publiquem na rede algo que reforce ou rejeite a imagem, o vídeo ou a notícia de violência divulgada, como uma demonstração aos outros daquilo que se sente. Dessa forma, muitos “vilões” são rapidamente condenados através dessa nova mídia”, explica o especialista na área de mídias digitais.

Um clique para salvar uma vida

Gisele Oliveira, coordenadora de eventos da Associação Protetora dos Animais para Tratamento e Adoção (Apata), destaca a importância das redes sociais para sensibilizar as pessoas a adotarem animais abandonados: “O caso que mais me marcou desde que começamos a atuar nas redes sociais é o da Bela. Uma cachorrinha cega que foi encontrada na rua com problema de pele. Divulgamos a história dela em nosso perfil do Facebook e no mesmo dia surgiu uma adotante para a cadelinha. Fizemos o processo normal de verificação sobre a idoneidade da pessoa interessada pela Bela e no dia seguinte ela foi adotada”, conta a protetora de animais.

A União Protetora dos Animais Carentes (Upac) utiliza as redes sociais desde 2006 como ferramenta de disseminação do trabalho executado pela ONG: “No começo, utilizávamos o Orkut. Até 2008 ele era a nossa única porta de entrada na internet. Desde 2010 estamos no Facebook. Dentre as redes sociais, ele tem se tornado a mais eficiente e de maior cobertura, uma ferramenta de alta disseminação da informação. Porém, a demanda é muito grande, recebemos em média 10 apelos de animais abandonados por dia”, conta Raphaele, membro da Upac.

Adote um amigo (Fortaleza)

Negão tem 6 anos de idade e está sendo devolvido da adoção, pois seu tutor faleceu. É meigo e companheiro.
Tel.: 9702 2909 / 8769 5004
10 é a média de apelos de animais abandonados por dia recebida pela Upac nas redes sociais

Multimídia (Fortaleza)
Associação Protetora dos Animais para Tratamento e Adoção (Apata)
Facebook: http://www.facebook.com/profi le.php?id=100002616320901
Twitter: @apata_ce

União Protetora dos Animais Carentes (Upac)
Facebook: http://facebook.com/ongupac
Twitter: @upacfortaleza
Blog: http://upacfortaleza.wordpress.com

Abrigo São Lázaro
Facebook: Perfi l – http://www.facebook.com/groups/saolazaro/
Página: http://www.facebook.com/saolazaro?sk=info
Twitter: @abrigosaolazaro

Fonte: O Povo

quarta-feira, 28 de março de 2012

Cães também devem usar cinto de segurança

Muitos motoristas e donos de animais não sabem da lei, mas o uso de cinto de segurança é obrigatório também para os bichos de estimação. Saiba como o objeto é utilizado e conheça a história de um cãozinho que se livrou de uma freada brusca ileso por causa do cinto.



Todos os dias nos deparamos com veículos transportando animais, desde cães até bovinos ou eqüinos. Nos casos de pequenos animais, é comum vermos pessoas conduzindo seus bichinhos de estimação para passeios ou visitas ao veterinário, tanto em ruas como nas estradas. Hoje em dia o vínculo afetivo com animais de estimação leva ao homem a tratá-los como verdadeiros seres humanos gozando de inúmeras regalias. Mas vemos também que inúmeros donos de cães e gatos transportam seus animais de forma incorreta, colocando em risco a integridade física de seus bichinhos, e aumentando as chances de se envolverem em acidentes. Veremos em matéria futura as características e recomendações que cercam o transporte de grandes animais. Nesta semana, veja como deve ser realizado o transporte de animais de estimação.

O Código de Trânsito Brasileiro é obscuro no tratamento do transporte de animais, não trazendo regras claras para o transporte correto dos bichinhos de estimação, e esta falha pode ser apontada também no transporte de animais de maior porte, como bois ou cavalos. Em apenas dois artigos, o CTB apontou infração no transporte de animais, ainda assim fazendo alusão teoricamente aos animais de pequeno porte. É evidente que o CTB não tratou o assunto da forma que deveria ser tratado, pois o risco de ocorrer acidentes em virtude de um animal não preso corretamente ao veículo é risível. Acompanhe abaixo os artigos que tratam especificamente do transporte de animais:

Art. 235. Conduzir pessoas, animais ou carga nas partes externas do veículo, salvo nos casos devidamente autorizados:

Infração – grave;

Penalidade – multa;

Medida administrativa – retenção do veículo para transbordo.

Art. 252. Dirigir o veículo:

II – transportando pessoas, animais ou volume à sua esquerda ou entre os braços e pernas;

Infração – média;

Penalidade – multa.


O transporte de pessoas, bens ou animais não pode exceder o limite físico do veículo. Os casos autorizados que o artigo cita se referem à casos específicos contemplados em Resoluções, Deliberações ou Portarias dos órgãos competentes e não dizem respeito ao transporte específico de animais, que mal são citados nas legislações de trânsito. O artigo 235 do CTB é tipificado quando o condutor deixa que o animal fique com a cabeça para fora do veículo. Segundo especialistas, o vento que bate diretamente no rosto dos cães gera uma sensação agradável nos animais. Mas esta sensação pode causar sérios problemas à saúde do animal, pois o vento gerado pelo movimento do veículo pode causar o ressecamento dos olhos e o surgimento de otites. Outro caso específico, quando o animal é transportado em caçambas de camionetas. Apesar de estar amarrado junto a caçamba, o animal é transportado na parte externa do veículo.
O artigo 252 do CTB revela a proibição de se dirigir com um animal, cão ou gato, junto ao lado esquerdo do corpo do condutor ou sobre seu colo. Um animal solto no veículo, permanecendo junto do condutor, fatalmente trará problemas de atenção colocando em risco de acidente. O condutor também pode ser multado se, a todo o momento se virar para dar atenção ao animal (artigo 169 do CTB). Infelizmente o CTB não prevê qualquer dispositivo de retenção específica para pequenos animais. Sem previsão legal, salvo nos casos citados acima, tudo mais é permitido, até transportar animais sem cinto ou dispositivo de retenção específica, desde que a atenção do condutor ao trânsito não seja dividida com o animal de estimação.

Uma questão de senso

Com a falta de dispositivos legais para condicionar os condutores a transportarem seus animais de forma segura, resta apenas a prática do bom senso na busca pela segurança plena no trânsito, mesmo no caso dos bichinhos de estimação. Cabe aos condutores buscar as melhores soluções para transportar seus animais de forma segura. E para quem busca soluções práticas, o mercado oferece inúmeros dispositivos de retenção, que vão desde cintos de segurança até caixas de transporte.
Caixas de Viagem – caixas que oferecem segurança e conforto aos animais. As caixas de melhor qualidade possuem alça para transporte, trava para fechamento da porta, gradil para ventilação e cantos arredondados para fácil limpeza e manuseio.
Grades para carros – são grades de segurança especiais que restringem os animais à traseira de uma caminhonete ou perua. Estes dispositivos evitam que os animais sejam projetados para frente, em caso de freadas bruscas.
Cintos de segurança – cintos especialmente fabricados para a retenção do animal. São utilizados em conjunto com o cinto de segurança dos veículos. O animal ficará preso ao banco traseiro, evitando que o condutor se distraia.

quinta-feira, 8 de março de 2012

Tutores têm que prevenir animais contra carrapatos

É comum a gente ver nas ruas e nos parques pessoas que fazem passeios com os animais. É um hábito saudável e faz bem para a saúde de quem se exercita e também para os animais. Mas é preciso ter cuidado. Nesses passeios os cachorros ficam muito expostos à ação dos carrapatos, que podem provocar doenças.

O veterinário Josenaldo Macedo explicou que esse carrapato que ataca os cachorros, aqui em Pernambuco, não transmite doenças para pessoas. Mas se não houver tratamento, o bicho corre um sério risco de morrer.

Cerca de 60% dos atendimentos nas clínicas veterinárias são por causa da doença dos carrapatos. O comerciante Alexandre Lopes faz de tudo para evitar que o bulldog francês seja vítima dos parasitas.

Mesmo assim, o cão Boris não escapou da doença do carrapato. Só ficou bom depois do tratamento veterinário. “A gente teve um gasto em torno de R$ 200, porque você paga a consulta do veterinário. Às vezes ele leva uma injeção lá mesmo, que é um valor alto e dois ou três remédios que a gente precisou comprar fora. Eu acho que é um valor bastante considerável para você gastar com um animal”, pondera.

As doenças de carrapato mais comuns são a Babesiose e a Erlichiose. São causadas por um protozoário e por uma bactéria transmitidos para a corrente sanguínea dos animais com a mordida do carrapato. Os sintomas são vários. “Geralmente são febre, apatia, falta de apetite, o animal tende a não procurar muito o tutor para brincar. Pode aparecer sintomas como dores articulares. Há cães que têm diarreia, vômito, há outros cães que desenvolvem pancreatites e outros até comprometimento renal. Diariamente a gente atende cães com doença de carrapato”, disse o veterinário Josenaldo Macedo.

Mila, uma fox paulistinha de de três anos de idade, chegou à clínica sem nenhum carrapato, mas com sintomas da doença. O exame de sangue revelou anemia e redução do número de células do sistema imunológico. Sinais comuns à Babesiose e da Erlichiose. O tratamento de um animal que pesa dez quilos fica entre R$ 200 e R$ 250.

Para evitar a doença, alguns cuidados são muito importantes. “Primeiro conversar com o médico veterinário do seu animal para receber instruções e existem vários produtos que conseguem eliminar os carrapatos. Outra coisa que se pode fazer é evitar, quando passear com o animal, o aglomerado de cães, evitar locais de terra, locais que têm muito capim, porque provavelmente vai ter muito carrapato naquele local”, acrescentou Macedo.

Assista à reportagem aqui.

Fonte: G1

domingo, 4 de março de 2012

Cães conseguem nos entender

De acordo com um novo estudo, cachorros têm a mesma capacidade de compreensão de nossas intenções do que um bebê de seis meses. Para chegar a essa conclusão, pesquisadores da Universidade Eötvös Loránd, na Hungria, analisaram a forma com que os cães reagiam enquanto uma pessoa falava com eles.

Quando os cães olhavam nos olhos de seu interlocutor e esse olhar era retribuído, eles passavam a seguir o olhar da pessoa com os próprios olhos. Isso não acontecia quando não havia contato visual. Segundo os cientistas, isso significa que eles estariam atentos aos sinais que damos de nossas intenções, da mesma forma que um bebê que ainda não sabe falar faz.

A atenção dos cachorros também era maior quando a pessoa falava com ele em um tom de voz mais alto – em outras palavras, com voz de bebê. De acordo com os cientistas, isso acontece porque o cão sabe que, quando você fala desse jeito, está interagindo com ele e, assim, presta mais atenção.

Outro estudo, publicado em 2011, mostrava que os cães normalmente pedem comida para aquelas pessoas que olham para eles do que para aquelas que não estão fazendo contato visual. Ao mesmo tempo, o veterinário especialista em inteligência canina Stanley Coren estima que um cachorro decore o som e o significado de 165 palavras, o que equivale ao vocabulário de uma criança de dois anos.

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Gato preto: sorte de quem tem!

Foto: APA
Quem foi que disse que gato preto não pode trazer sorte? Conheça algumas crenças do bem sobre estes felinos de pelo brilhante e olhos amarelos.

Antes de ler o restante deste texto, responda três perguntas rápidas.

Ao sair de casa todos os dias, você pisa primeiro com o pé direito em busca de um dia de sorte? Você usa meias do lado avesso esperando que isso lhe traga boas notícias? Dá três pulinhos e pede ajuda para São Longuinho quando não consegue encontrar algum objeto perdido?

O brasileiro é doido por superstições, muitas vezes, pelas mais malucas. Em uma sexta-feira 13, então, surgem todos os tipos de crenças sem base para atormentar o imaginário das pessoas. Uma destas crendices é a de que gatos pretos trazem má sorte, um absurdo sem tamanho que, todos os anos, aterroriza bichanos, tutores de animais para adoção e donos de felinos, em razão do preconceito e da crueldade.

Pelos brilhantes, olhos desafiadoramente amarelos. Gatos pretos são lindos, não há como negar. Mas como surgiu esta história sem pé nem cabeça de que um animal tão lindo é capaz de trazer qualquer tipo de mau agouro para quem simplesmente cruza com ele na rua?

Na idade média, acreditava-se no mito de que os gatos eram bruxas que haviam tomado a forma de animais. Mas por que não a forma de um elefante, um pássaro, um grilo ou uma barata? Quem acredita nisso certamente tem a casa cheia de aranhas, grilos e lagartixas, insetos que – segundo as superstições populares – trazem sorte, certo?

Crueldade
Bobagens à parte, quem sofre com a irracionalidade do ser humano são os felinos. Abandonados, sacrificados e maltratados, os gatos pretos são sempre os primeiros a serem abandonados e os últimos a serem adotados. Basta ir às feirinhas de adoção para comprovar: gaiolas e mais gaiolas cheias de filhotinhos pretos, loucos para terem um lar como qualquer siamês, persa e angorá.

Nas sextas-feiras 13, o quadro se inverte. “Bem intencionados” de toda natureza aparecem em busca de um gatinho preto, mas não necessariamente interessados em lhes dar amor e carinho. Estes filhotes, muitas vezes, são vítimas de atos cruéis e rituais estapafúrdios.

Boa sorte, sim!
Existe também a onda contrária, das crenças do bem. E são tantas que nem é preciso pensar muito para se lembrar de algumas, olha só:

Lendas dizem que gatos podem predizer o tempo: quando vai ventar, eles arranham os tapetes; quando vai chover, eles limpam as orelhas.

Pessoas acreditam que os gatos são capazes ver as nossas auras.

Ouviu um gato espirrando? Sinal de bom presságio.

Charles I, Rei da Inglaterra era dono um gato preto que, segundo ele, lhe trazia boa sorte. O rei tinha horror só de pensar em perder o felino e, por isso, o mantinha sob vigilância 24 horas. Um dia após a morte do bichano, Charles I foi preso.

Gatos eram levados em navios de pescaria, pois eles traziam boa sorte na viagem.

Independente do que se acredite, é sempre um privilégio ter um animal ou mesmo cruzar com um deles na rua. Viver ao lado de um gato, nem se fala. Eles são divertidos, fiéis, carinhosos e lindos, sejam com ou sem raça definida, brancos ou pretos.

Portanto, gatos pretos são sinal de sorte, sim! Principalmente, para quem tem o privilégio de conviver com um deles todos os dias! Adote, ame e cuide.

Pense bem:
Para adotar um animal, não basta querer. É preciso ter responsabilidade, recursos e um ambiente seguro. Pense bem e converse com sua família.
 
Fonte: PetMag

Falta de apetite: o que fazer quando o cão não quer comer?

A maioria dos cães vive esfomeada... Na hora da refeição, alguns vão tão esganados pro prato, que parecem que não comem há dias! O que muita gente não sabe é que essa “fome” constante está ligada a umas coisas lá do passado... No período de evolução dos cães, a comida nem sempre era farta, pelo contrário, costumava faltar. Por isso, o cachorro precisava aproveitar qualquer oportunidade de se alimentar e carrega este comportamento até hoje.

Agora, se o seu cão não faz parte dessa maioria, e você precisa implorar e até fazer malabarismos pra que ele se alimente, aí vão algumas dicas que podem ajudar a aumentar a vontade de comer do seu amigo.

Saúde
Antes de qualquer coisa, consulte um médico veterinário e certifique-se de que a falta de apetite não é causada por problemas de saúde. Só o veteriário poderá avaliar o caso, pessoalmente, para dar um diagnóstico.

Greve de fome
Parece loucura, mas acredite: cães muito carentes podem não se alimentar só pra ganhar a atenção dos donos! E o proprietário, sem querer, acaba reforçando este comportamento fazendo exatamente o que o cachorro quer: dá carinho, conversa com ele e até oferece ração na mão pra fazê-lo comer.

A melhor maneira de resolver o problema é inibir este comportamento lentamente (sem deixar o cachorro passar fome, é claro!). Para isso, você pode lançar mão de várias táticas: oferecer uma ração mais gostosa, evitar falar com ele se não comer e elogiá-lo enquanto come, para estimulá-lo.

Competindo
Os cães são muito competitivos, também por conta de um comportamento herdado de seus ancestrais. Se naquele tempo, os cachorros não comessem ou demorassem muito pra devorar a refeição, poderiam perder a chance, passar um longo tempo sem se alimentar e conseqüentemente ficar em desvantagem. Logo, se você tem mais de um cachorro, se aproveite disso pra chamar a atenção do animal que não está nem aí pra comida.
A dica é: coloque as vasilhas de ração bem próximas. Assim quando o desinteressado perceber a vontade do outro em pegar o que é seu, irá engolir a comida.

Hora de comer
Antes, era muito normal alimentar cães adultos apenas uma vez por dia. Hoje, já se sabe que eles devem comer pelo menos duas vezes por dia, o que ajuda a evitar problemas como gastrite e torção gástrica.

Alguns cães sentem mais fome em determinados horários ou comem compulsivamente quando enfrentam situações de estresse. Cachorros assim geralmente se alimentam só uma vez por dia e depois não querem mais saber de comida. Os donos ficam tão preocupados com essa atitude que acabam cometendo um erro clássico: aumentam a quantidade de ração na única refeição que o cão faz. O problema é que isso só piora a situação: o cachorro vai ficar empanturrado e continuará recusando a outra refeição... com razão!

Se você se enquadra nessa trupe, faça o contrário: diminua um pouco a quantidade de ração da primeira refeição do dia, para que na próxima o cão coma com mais apetite.

Fonte: Blog do Dr. Pet
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